"Alegre tem convites para ir a quase todos os distritos e nega anúncio de candidatura na Net", no Público de hoje.
Lembro-me que em 2005 circulou uma petição da iniciativa de um cidadão então anónimo (Vitor Sousa, residente nos Açores), que apelava à sua candidatura, que rapidamente chegou aos milhares de subscritores, entre outras milhares de mensagens, de emails e SMSs que contribuiram em boa parte para a consolidação da vontade de Alegre se candidatar, bem como para o que depois veio a ser a própria organização da candidatura.
Os tempos mudaram, os apelos de cidadãos e as campanhas na Internet realizam-se agora com ferramentas e em contextos ainda mais sofisticadas do que em 2005, do qual o facebook é um bom exemplo. Também no Twitter, aqui, se lê numa mensagem twitada por volta das 24h de ontem: "Não somos uma candidatura, mas acreditamos que viremos a ser. Quando, e se, Manuel Alegre o entender. E somos cada vez mais, ao minuto."
Como em 2005, parece-me claro que esta iniciativa com origem na Internet, tal como todos os apelos que têm vindo a público, reflecte um desejo alargado da sociedade portuguesa: o desejo de ver Manuel Alegre Candidato à Presidência da República, dinamizar e mudar Portugal numa estabilidade sustentada, com mais entusiasmo e coragem. Também eu sou "fã" de "Manuel Alegre à Presidência da República," e por isso já me registei como tal no facebook, aqui.










